Sexta, 16 de Abril de 2021 20:15
(86) 99911-8355
Polícia CASO IZADORA

Herança de R$ 4 milhões teria motivado a morte de advogada no PI

Acompanhe algumas declarações feitas por Marcos Viana, ao jornalista Brunno Suênio.

27/02/2021 18h45 Atualizada há 2 meses
Por: Redacao Fonte: Gp1
Herança de R$ 4 milhões teria motivado a morte de advogada no PI

Mais um capítulo sobre a morte o assassinato da advogada Izadora Mourão, em Pedro II-PI.

O GP1 conversou com o então noivo da vítima, que prestou depoimento ao DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa).

Ele revelou que a motivação do crime teria sido a disputa por uma herança de R$ 4 milhões deixada pelo pai de Izadora.

Acompanhe algumas declarações feitas por Marcos Viana, ao jornalista Brunno Suênio.

BRIGA PELA HERANÇA

"Eu disse desde o primeiro depoimento que as brigas eram relacionadas a dinheiro e herança, não existia outro motivo. Todo dia ela me relatava briga".

VENDA DE UM TERRENO

"Ela me relatou que eles ofereceram um terreno (valor de R$ 200.000) para que ela assinasse uma procuração, abrindo mão do que ela tinha direito na herança e o restante ficaria com o irmão (João Paulo). Eu relatei tudo para a polícia e eles ficaram convencidos que a disputa pela herança foi o motivo do assassinato".

A COMIDA

"Há três meses a mãe da Izadora foi até a pousada e a mãe dela levou um "marmitex". Ela cheirou e descartou no lixo. Eu perguntei por ela tinha feito aquilo e ela responde que podia está envenenada".

A CARTA

"Vinte dias atrás ela me falou que tinha bloqueado, no WhatsApp e Facebook, duas parentes dela que estavam falando mal dela. Ela pegou o celular do João Paulo (irmão) e bloqueou as mesmas pessoas no celular dele. Ela disse que quando ele se deparou com aquela cena ficou muito furioso discutiu muito com ela. Em seguida, escreveu aquela carta e deu para ela. Esta carta surgiu através deste fato que aconteceu".

 

   De acordo com o diretor do DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa), Delegado Francisco Costa, Barêtta, a resposta da polícia foi rápida. 

"Espero que o Poder Judiciário e o Ministério Público continuem o trabalho levando a julgamento as pessoas que participaram deste hediondo homicídio", disse Barêtta.

 

  O OUTRO LADO

A mãe e o Irmão de Izadora não foram localizados pela nossa reportagem. Mas o espaço está aberto para a apresentação das suas contestações. 

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.